Resumo |
6 |
Introdução |
7 |
Parte I. As concepções clássicas de Estado | 12 |
1.1
O Estado pragmático de Maquiavel |
12 |
1.2 O Estado absoluto de Hobbes | 14 |
1.3 O Estado liberal de Locke |
16 |
1.4 O Estado acabado e estável de Montesquieu |
18 |
1.5 O Estado racional de Kant |
20 |
1.6 O Estado opressor e antagônico de Rousseau |
22 |
1.7 O Estado soberano de Hegel | 24 |
1.8 O Estado dialético-materialista de Marx |
25 |
Parte II. O Estado de Direito em crise |
30 |
2.1 Os pressupostos materialistas da crise |
30 |
2.1.1 Tendência da acumulação do capital - o monopólio |
31 |
2.1.2 Queda tendencial da taxa de lucro |
32 |
2.1.3 A globalização da economia |
33 |
2.1.4 A teoria da pauperização (desemprego) |
35 |
2.1.5 A crise da superprodução |
36 |
2.2 A relação dialética
entre produção, Estado e Direito |
38 |
2.2.1 A troca de mercadorias e o Direito |
38 |
2.2.2 A troca de mercadorias e o Estado |
43 |
2.3 A crise do Estado
de Direito |
44 |
2.3.1 Crise ou "crises"? |
44 |
2.3.2 O Estado da crise |
45 |
2.3.3 O Estado de Direito em crise |
48 |
a) A crise da soberania |
48 |
b) A crise jurídica e institucional |
51 |
c) A crise de legitimidade |
54 |
d) A crise da quebra do Contrato Social |
57 |
Conclusão |
59 |
Referências |
62 |