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Blog by Dani
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quinta-feira, 18 de novembro de 2004 O resultado do difícil teste fácil, o trabalho sobre Marx e um poema perdido A resposta do teste é essa figura aqui, ó:
![]() Ela completa a seqüência porque as figuras representam números naturais espelhados, a partir do 1, veja:
![]() A quinta figura só pode ser o número 5, espelhado. Simples, não? Ágata já sabia. Esse teste é bom porque nos mostra que as coisas podem ser mais simples do que a gente pensa e que os espelhos podem confundir em vez de revelar. Não é? Claro que é. A apresentação do trabalho de Filosofia do Direito Bem, eu gostei da apresentação que fiz. Mas isso não importa. O que importa é que o professor e os colegas tenham gostado. O professor gostou, pois ele disse. Acredito que a maioria dos colegas também, mas não disseram. Falei bastante. dialética materialista, materialismo histórico, teoria do valor, luta de classes, ditadura do proletariado, burguesia e proletariado, capitalismo, comunismo, substituição do trabalho humano pela máquina... A apresentação foi em PowerPoint, com direito a Hino da Internacional Comunista (pra entrar no clima), discurso de Engels diante do túmulo de Marx, e tudo mais. No final, o debate. Eu defendendo as idéias de Marx, que pra mim, estão na ordem do dia: desemprego, empobrecimento da classe média, aumento da violência e da miséria et cetera e tal. Pô! Aí vem o cara e diz que a máquina que substitui a força de trabalho humana cria outros empregos, em outras áreas. "Sim, mas não na mesma proporção!", eu disse. Claro! Se o empresário vai substituir trabalhadores por uma máquina, é lógico que essa substituição não pode representar a mesma quantidade de esforço humano, pois ele faz isso para reduzir o custo de sua mercadoria, já que o valor de toda mercadoria, incluindo as máquinas, é determinado pela quantidade de trabalho humano nela contido. Então, a substituição tem que representar, obrigatoriamente, menos trabalho humano que havia anteriormente. Em outras palavras, a produção da máquina tem que empregar menos mão-de-obra do que foi dispensada. Óbvio. Mané. Um poema perdido Acontece que agora há pouco eu estava saindo de uma aula (onde já se viu aula de 11:00h às 13:00h? Nas universidades federais, claro! Mas da República Federativa do Brasil, lógico) e um colega, o João Leornardo, veio gritando atrás de mim: "Kali, esse caderno é seu?". Como sou esquecido, meu Deus! Só não esqueço o corpo porque a cabeça está grudada nele. Não é assim a frase? O livro era meu mesmo. Laranjão. Parece que está pegando fogo de tão fosforecente, que era pra não esquecê-lo por aí, vejam só. Aí ele falou: "Na última folha tem uma "oração para amenizar o frio", então eu concluí que era seu mesmo! Desculpe minha indiscrição, mas dei uma olhada rápida para identificar o dono." E eu: "ORAÇÃO PARA AMENIZAR O FRIO?!?!? Você tá doido, João?" Então fui eu ler aquilo. "Ah, tá!", eu disse. Era um poema que eu fiz pra colocar aqui no blog, num dia que fazia um frio dos infernos, uma contradição em termos> Vocês acreditam? Mas abandonei. É que eu queria fazer um poema engraçado, mas esse ultrapassou as raias do risível para cair no pântano do ridículo. Disse pra ele: "Eu não queria publicar isso não, mas agora que veio a público..." Ei-la:
Oração para amenizar o frio kali Apesar de ridículo, esse "poema-oração" é extremamente eficaz nos seus objetivos. Faz o universo todo esquentar uns 3 graus centígrados, mais ou menos, em virtude do aumento de temperatura provocado pela irritação que Deus tem quando fazem hora com a cara Dele. Ai, ai. Tá na hora de encerrar o post, não? Amanhã, mais um poema. Mas gostei desse negócio de teste. Vou trazer mais uns aqui. Vocês querem?
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Não falo de mim,
nos cartões abaixo para ver os diálogos. imagens: Kim Anderson textos: kali
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