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Blog by Dani
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quarta-feira, 5 de maio de 2004 Sobre o poema do post anterior Acontece que o poema do post pretérito (imperfeito :) não pode sugerir uma “aplicação genérica e universal”, digamos assim. Explico: é que o tempo, ao contrário do que seria comum ocorrer, pode em muitos casos, ser benevolente com a mulher, emprestando a ela, com o seu passar, uma beleza sutil, cada vez maior. Uma beleza mais incorpórea, sublime, mesmo que sensível apenas aos olhos mais delicados, e que torna a mulher cada vez mais bonita com o tempo, por mais paradoxal que isso possa parecer. É, digamos, um caso amoroso que algumas mulheres realmente têm com o tempo, e isso é totalmente verdadeiro. Mesmo porque a beleza física representa apenas uma ínfima parte da beleza toda que uma mulher pode ter. Até daria para fazer outro poema sobre um tema assim, se o que eu disse não já fosse, em si, poesia, na minha modesta opinião. Mas, quem sabe não me ajuda o engenho e a arte?...
A MULHER QUE NAMOROU O TEMPO por KaliLindo, não? Eu achei. Me fez chorar. ´(
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Não falo de mim,
nos cartões abaixo para ver os diálogos. imagens: Kim Anderson textos: kali
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