Poemas kálidos:

A Lenda do Beijo
A Mulher que Namorou o Tempo
Aldeia Global
Evolução
Lábios Trêmulos
Poema do Ciúme
Poesia Concreta
Poema do Blogueiro
Cachorra
 

       
Contos kálidos:


A Repulsa
Duetos
Os Olhos do Velho
Tempestade de Neve



Águas passadas 

2002

jan fev mar abr
mai jun jul

ago

set

out

nov

dez

2003

janfev mar abr
mai jun jul ago
set out nov dez

2004

jan fev mar abr
mai jun jul ago
set out nov dez

2005

jan fev mar abr
mai jun jul ago
set out nov dez

2006

jan fev mar abr
mai jun jul ago

set

out

nov

dez

2007

jan fev mar abr
mai jun jul ago
set out nov dez

2008

jan

fev

mar abr
mai jun jul ago
set out nov dez

2009

jan

fev

mar abr
mai jun jul ago
set out nov dez

2010

jan

fev

mar abr
mai jun jul ago
set out nov dez

2011

jan

fev

mar abr
mai jun jul ago
set out nov dez

2012

fev

fev

mar abr
mai jun jul ago
set out nov dez

 



Blogs:

 
(Selo que concedo
aos blogs que admiro)

Recebi:

Visitantes:

Powered by Blogger

 

 

sábado, 17 de janeiro de 2004

Memories

Um recado: não existe nenhuma ordem de preferência ou cronológica nos banners que coloco aí ao lado, mas apenas uma certa preferência estética. Tanto é verdade, que de vez em quando altero as posições, por achar que uns ficam melhores ao lado de outros ou uma sequência fica melhor que outra. Idiossincrasias, nada mais.

A verdade é que tenho que acrescentar alguns que gosto e ainda não coloquei.

Ando saudosista, republicando poemas. Esse aí, por exemplo. Mais uma vez publicado, mas com alterações.

O Tempo não muda apenas as células do corpo. Vai mudando também nossa concepção estética.

POEMA DO AMOR PERDIDO por Kali

Quem eu quis
Não me kiss.
Amor extraviado, perdido.
E não é que minha lembrança
O encontrou ali no chão esquecido?

Mas por que o tomou pela mão,
Se foi por um adeus
Que ele havia se estendido?
Por que recolher o que já havia se recolhido?
Haha, lembrança ingênua!
Queria proteger da chuva
O pobre do meu amor perdido.

Memória tola!
Enganou-se no que viu.
Pensou que fosse da chuva
E não dos olhos,
O pingo que caiu.

Bem que uma chuva
Um dia em mim se fez cair.
Mas não que molhasse
As folhas secas de um amor que perdi,
Senão que secasse
As flores frescas do meu sorrir.

Simplizim mas bunitim, não?

Amanhã, se Deus quiser, tem um conto. Se ele não quiser, eu conto. Ou seja, vai ter do mesmo jeito :)

Kali.
Gostou, assine.



 

 

Não falo de mim,
mas do mundo,
bem mais importante
e interessante.
Quiçá, mais bonito :Þ

Creative Commons License

Blog Kálido, escrito por kali, é licenciado sob as seguintes condições:
Creative Commons:
Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas
2.5 Brasil License
.

 



Clique
nos cartões abaixo
para ver os diálogos.

imagens:
Kim Anderson
textos: kali