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Blog by Dani
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sexta-feira, 13 de setembro de 2002 Kali. Eu mesmo escolhi. Não apenas pela fonética, mas também por causa de palavras como cálice (taça onde é servido vinho, a bebida dos que amam a vida), de calidoscópio (um aparelho que cria as imagens mais belas e imprevisíveis, que deixa maravilhadas as pessoas que as vêem) e cálido, que significa quente, ardente, apaixonado, e também fino, sagaz e astuto. Mas, pelo visto, meu nome deveria ser mesmo POPOG, de "Pouco Pretensioso O Guri?". Hihi. Verdade, verdadeira, deveria ter sido criado em razão de certas palavras maternas, diante das minhas impertinências: "Cale-se, menino!!!" COR FAVORITA: qualquer uma do arco-íris. Do preto (ausência da cor) ao branco (a união de todas elas), todas tem seu brilho, sua nuance, sua beleza e seu espaço, especialmente a cor vermelha, que adoro, por representar o fogo da paixão, o ardor da luta e a língua do meu cachorro Kydans, que já se foi. Por falar em preto e branco, extraí dessas duas cores uma lição para a vida: Cientificamente, não seria correto dizer que uma superfície preta não tem cor. Na realidade, um objeto é preto quando retém todas as cores pra si. Não as reflete. Por isso se diz que ele não tem cor. Mas elas estão todas ali, nele. O branco, ao contrário, reflete toda luz colorida que sobre ele incide. Não guarda nenhuma pra si. Porém é o que leva fama de ter todas elas. Interessante isso. Moral da história: vc vale pelo que recebe e doa e não pelo que recebe e guarda. Pelo que mostra e não pelo que esconde, pelo que dá e não pelo que retém. Pela altruísmo e não pelo egoísmo. Importa o ser e não o ter. Legal isso. ONDE NASCEU: Terra de Maria, onde tem um morro e mora Maria,
Maria das Dores, Fecha o pano. Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Clap! Obrigado, obrigado. (E eu que disse que não iria falar de mim, mas do mundo, muito mais importante e interessante...) (Talvez até mais bonito!)
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Não falo de mim,
nos cartões abaixo para ver os diálogos. imagens: Kim Anderson textos: kali
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